A “Icon America”, traz Robert Pattinson na capa da edição de Outubro e liberou algumas imagens do novo ensaio fotográfico que foi feito com exclusividade para a revista. No instagram oficial, eles deram uma prévia do que vem por aí. Veja abaixo as fotos do ensaio e a tradução do texto postado por eles.
Você está Robcecado? Na última década e meia, #RobertPattinson conquistou o que poucos atores conseguem — uma ascensão arrebatadora e de tirar o fôlego vivendo um vampiro cuja fama rivaliza com a do próprio Drácula — Em seguida, veio o salto muito mais difícil para uma carreira sustentável, diversa e de destaque. De protagonista de “The Batman”, à sua atuação aclamada com potencial para o Oscar em “Mickey 17”, Pattinson é hoje uma das estrelas de cinema mais imprevisíveis de Hollywood.
Agora, contracenando com a vencedora de Melhor Atriz #JenniferLawrence no thriller psicológico de Lynne Ramsay “Die My Love”, o próximo trabalho de Pattinson chega aos cinemas em novembro. Sua atuação, como sempre, é inesquecível — e de fato, de tirar o fôlego.
Após sua sessão de fotos de capa com Ryan McGinley (@ryanmcginleystudios), Mathias Rosenzweig (@mathiasrosenzweig), a ICON conversou com Pattinson sobre Lawrence, o cenário mutável de Hollywood e seu papel mais significativo (e talvez surpreendente) até agora: a paternidade.
O site Tom and Lorenzo, trouxe alguns trechos da entrevista que será divulgada na entrevista.
“Em um certo momento, eu realmente queria interpretar caras normais. E, na verdade, é meio difícil interpretar uma pessoa normal quando você está acostumado a fazer papéis de esquisitos e coisas do tipo.”
“Eu tenho muito mais paciência. É engraçado, nem é questão de paciência; eu genuinamente gosto de passar tempo com bebês. Isso me surpreendeu.” (Sobre se tornar pai)
“Tem um momento em que o cachorro faz xixi no chão, e eu simplesmente acuso a Jen de ter feito xixi no chão. Esse tipo de indignação me atrai. Estar numa discussão, gritando com a Jennifer Lawrence, dizendo: ‘Foi você! Foi você que fez xixi!’”
Em certo ponto — talvez quando você chega aos 30 — você percebe: “Não posso ficar sentado esperando meu agente ligar. Eu vou morrer assim.”
“Acho que ninguém trabalha mais do que os estilistas. É o cronograma mais intenso que eu já vi. Se você olhar para os estilistas e quantos desfiles eles têm que apresentar, é uma loucura. Você tem que ser tipo o Superman para conseguir funcionar nesse nível.”
Tradução: Ana Paula Oliveira