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Categoria: Entrevistas

Robert Pattinson concedeu entrevista para a revista Healthy For Men do mês de Julho. Mais uma vez, o ator comenta sobre sua preparação para o filme The Batman, no qual o astro está malhando para ter um corpo definido, mudou sua alimentação, parou de fumar e conta como se sente em relação a interpretar um super-herói. Para saber mais, leia a entrevista traduzida e os scans da publicação em nossa galeria abaixo.


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Robert Pattinson finalmente saiu da sombra da Saga Crepúsculo enquanto se prepara para assumir o personagem Bruce Wayne na mais recente versão da franquia do Batman.

Dúvida? ‘Claro, muitas!’ Robert Pattinson admite com uma gargalhada quando questionado como ele se sente em assumir o papel do Herói de Capa. Uma imensa diferença entre seu personagem principal do passado como o pálido e interessante Edward Cullen, vampiro, e desejado pelas adolescentes internacionalmente.

O Londrino de 33 anos mais do que provou seu talento como ator desde que apareceu pela primeira vez em Crepúsculo em 2008, sendo excelente em tudo desde o conto aventureiro Z: A Cidade Perdida, o suspense policial Bom Comportamento, o drama apocalíptico The Rover e o terror psicológico O Farol. Mesmo assim, ele admite que há algo diferente sobre o Batman.

“Todo ator vai passar por períodos onde eles vão hesitar e questionar se farão jus a um personagem em um script, ou as expectativas que vêm com ele,” Pattinson admite. “Você olha para os verdadeiros guerreiros do gênero Super-Herói – Hermsworth, The Rock, Downey Jr, Evans – e se pergunta se você está se botando em um lugar errado. E, mesmo assim, tendo conversado com alguns, eu sei que todo mundo fica nervoso quando a oportunidade aparece. É sobre testar os limites e crescer até um ponto onde você sabe que pode fazer justiça a fisicalidade necessária,” ele explica “E além disso, muito do resultado é sobre os efeitos especiais e as mudanças feitas para a exibição que fazem a mágica. No todo, é muito excitante.”

De Robert Lowery em 1949, Adam West – que interpretou o personagem por duas décadas – até Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney, Christian Bale e Ben Affleck, cada um trouxe uma coisa diferente para o papel. É muito cedo pra saber qual versão Pattinson vai interpretar – a filmagem foi interrompida no meado de março, tendo apenas começado no início de janeiro, e a data de estreia atualmente programada para outubro de 2021. Mas o diretor Matt Reeves, mais conhecido pelas recentes versões de Planeta dos Macacos e Cloverfield – Monstro, já disse que quer ‘um sombrio, e detetivesco Batman’. Parece que Reeves vai usar o carisma natural e humor do Robert para a história que vai contar sobre o início do Batman (apesar de não ser uma história de origem) e as poucas imagens que foram liberadas até agora não dão sinal da infame armadura com mamilos.

Evolução de um Super-Herói

O legado do Batman vem desde 1949, quando Lewis G. Wilson assumiu o papel do herói mascarado com um físico que fez com que os críticos zombasse dele – talvez injustamente – como gorducho. Mais tarde, atores que interpretaram o papel foram tonificados de uma maneira mais adequada para um personagem adepto a derrotar uma gama de inimigos sem, de fato, usar qualquer tipo de super poderes.

Então o Pattinson não só precisa alcançar uma condição física que ele nunca precisou alcançar antes para nenhum papel, mas ele também tem que manter; apesar de admitir recentemente que o Lockdown atrapalhou esse processo.

“Em todos os projetos que já fiz, eu entrei querendo aprender e alcançar coisas novas. Geralmente na personificação do personagem, ou alguém que tem a personalidade diferente da minha. Mas ter uma completa transformação física está sendo ainda mais excitante.”

“ultimamente eu não tenho tido medo de falhas. É justo dizer que eu estou sendo mais ambicioso com os trabalhos que eu estou escolhendo agora. Há alguns anos atrás eu ficaria à metros de distância de qualquer coisa com uma pegada física.” Talvez isso venha de uma educação escolar que viu os traços de criatividade e intelecto do ator ao invés de sua competitividade. De qualquer maneira, ele admite que está gostando da sua iniciação tardia à vida fitness “A escola que eu frequentava era incrivelmente artística e inspiradoras. Os esportes eram tipicamentes rugby, cricket e futebol. Mas eu fui mais para o lado criativo. Parece que eu estou voltando e pegando a fisicalidade e força no caminho; eu ignorava antigamente mas mas está voltando em muito projetos hoje em dia. Talvez eu devia ter prestado mais atenção na Educação Física.”

Encarando o desafio

Pattinson vê a situação atual e suas cobranças em uma luz positiva. “Na minha cabeça eu sempre quis subir ao pico do nível fitness e ter os meios de me manter nele… então esse é o desafio. Eu gosto de malhar e esse é o momento que eu estou mais em paz com as coisas na minha vida, mas eu sou o tipo de pessoa que mantém as coisas bem resolvidas. Eu nunca procurei métodos alternativos, mas eu me sinto em uma situação nova no momento, então eu não posso descartar outros tipos de métodos. Por muito tempo eu fui um cara ‘Tudo ou Nada’. Eu percebi que eu precisava de uma abordagem mais minuciosa a vida fitness porque é muito fácil pra mim ir para uma direção ou para outra… pelo menos era assim antigamente.”

“Geralmente eu sei que preciso malhar cinco ou seis vezes por semana. Eu preciso focar em atingir uma meta, ao invés de tentar fazer melhor toda vez. E eu quero continuar me sentindo de um jeito durante o processo que, fisicamente e mentalmente, está fazendo eu me sentir mais forte e mais capaz do que nunca. Eu tenho procurado por uma estrutura que vem de algo constante em minha vida… um trabalho, uma relação ou uma programação fitness.”

Pattinson está destemido em relação às presunções sobre sua aptidão para o novo papel que vai, certamente, crescer ao longo do próximo ano.

“Eu gosto do desafio, e sobre as atenções, eu não me preocupo mais com essa coisas. Eu estou acostumado em ser parado e comentado, então isso não me abala de maneira nenhuma. Eu vivo em Londres e eu posso andar por aí facilmente, até mesmo quando eu estou me exercitando na rua. Na maioria das vezes me deixam sozinho. Habitualmente, quando alguém me para, é sempre bem educado e amigável e não existe mais aquela energia frenética que eu tinha antigamente. Eu acho que é porque tudo aquilo com Crepúsculo era uma audiência diferente; mas também porque a natureza da cultura de celebridades mudou muito nos últimos anos – tem menos paparazzi do que antes e as pessoas não compram mais revistas de fofoca ou jornais na quantidade que elas compravam antigamente. Agora todo mundo pode tirar uma foto e postar no Instagram. Eu já não me preocupo mais com isso para ser sincero.”

Academia

Desenvolver os músculos do abdômen, rápido, envolve uma cádio de cinco minutos, depois um circuito de abdominais bicicleta, dumbbell side bend (curvatura lateral com peso), double crunch (abdominal levando as duas penas até a cabeça) e um super-homem (deitar com a barriga para baixo e levantar as pernas e o braços repetidamente). Três séries por movimento.

Corrida

Pattinson corre 5-10km, três ou quatro vezes por semana.

Ao ar livre

Além de ir à academia, Pattinson já foi visto fazendo treinamento estilo militar na praia com bolsas de areia. Ele também está praticando Boxe e sempre foi um defensor de longas caminhadas como uma maneira de se soltar e liberar a mente.

Dieta

O ator cortou o álcool e descartou carne processada e fritura para acelerar a sua transformação física.

Via / Fonte / Tradução: Alexandra Barranco

Robert Pattinson, que atualmente está em quarentena em Londres, é a capa da GQ Magazine edição junho/julho 2020. Provando que é multitalentoso, Robert foi quem tirou as próprias fotos para o artigo e capa da revista! As fotos foram tiradas no apartamento que ele está em isolamento desde o final de março uma vez que as gravações de The Batman foram paralisadas devido a pandemia. Confira a tradução completa da entrevista que Robert concedeu para GQ Magazine (por vídeo chamada) e as fotos de sua própria autoria:

Robert Pattinson: Narrativas do isolamento
Ninguém em Hollywood é mais adequado para crescer durante o confinamento do que Robert Pattinson, a estrela de cinema, que já foi relutante, mas  está voltando aos holofotes com um novo sucesso de bilheteria de Christopher Nolan e depois, The Batman. Isso se ele puder encontrar o telefone. Ou ligar o computador. Ou conseguir não queimar sua cozinha.
Por Zach Baron

Robert Pattinson: [embaçado, pixelizado, com a barba por fazer] “Não sei como isso vai funcionar. Meu telefone quebrou, a internet quebrou, tudo quebrou. Eu sou tipo: ‘O que? Por que tudo está atualizando e como faço para parar?’”

GQ: Você não pode atualizar nada. Isso é perigoso.
Robert Pattinson: “Eu sei. Acho que nunca pressionei “atualizar” na minha vida. Eu sempre adio para amanhã. Nunca atualizei! Espere, deixe-me tentar com o meu, deixe-me tentar e conectar o meu ah, na verdade, você sabe o que? Eu nem vou tentar fazer um Bluetooth. Eu vou silenciar da maneira antiga. Meus fones de ouvido. Hum, como você está? Onde você está?

No outro dia – ou foi essa semana? Um mês atrás? Robert Pattinson luta com dias e datas, mesmo nas melhores circunstâncias – A produção de O Batman, que Pattinson estava filmando, foi paralisada, junto com a maior parte da civilização humana. “Quase imediatamente perdi totalmente a noção do tempo”, diz Pattinson. Ele tem esse sentimento, o que todos temos agora, de girar no espaço, na ansiedade e na história. Ele diz que era algo realmente muito familiar se sentir assim. “É uma reclamação que muitas pessoas têm sobre mim. Essa noção … não tenho noção do tempo. Eu acho que algo que aconteceu há dois anos atrás poderia realmente ser uma semana atrás. Definitivamente, é uma reclamação sobre minha personalidade.”. Ele diz que três pessoas diferentes ligaram para ele, para lembrá-lo de me ligar.

Ele está em Londres com a namorada, no apartamento que o pessoal do Batman alugou para ele. Ainda comendo as refeições que o pessoal do Batman está oferecendo, embora no outro dia ele tenha ficado nervoso, que eles possam parar ou esquecer. Ou se os donos do apartamento dele precisariam dele de volta ? Ele veio para Londres com, tipo, três camisetas. O resto de suas coisas, ele diz, está em sua casa em Los Angeles, onde ele realmente vive. Sua internet em Londres está entrando e caindo. Seu laptop não está funcionando. Ele tem dois telefones, um deles está recebendo um bom sinal, e agora todo o sistema está funcionando com duas ou três barras de sinal: “Todo dispositivo de Internet está operando neste 3G, como em um iPhone 4.”

O estúdio contratou um treinador que deixou Pattinson com uma bola Bosu, um único peso e um pedido sincero de usar as duas coisas, mas agora, ele diz, ele está ignorando p pedido. “Acho que se você está malhando o tempo todo, você faz parte do problema”, diz ele, suspirando. Por “você” ele quer dizer outros atores. “Você estabeleceu um precedente. Ninguém estava fazendo isso nos anos 70. Até James Dean, ele não foi exatamente malhado”. Ele diz que, quando era a estrela da franquia Crepúsculo, “a única vez em que me disseram para tirar minha camisa, logo me que me disseram para colocá-la novamente”. Mas Batman é Batman. Pattinson chamou outra atriz do filme, Zoë Kravitz a Mulher Gato, outro dia, e ela disse que estava se exercitando cinco dias por semana durante o exílio. Pattinson, bem: “Literalmente, mal estou fazendo qualquer coisa”, diz ele, suspirando novamente.
É possível que você não consiga construir uma pessoa mais adequada a essa experiência. Pattinson, que completou 34 anos em maio, passou a vida adulta se separando do resto do mundo. Ele tinha 21 anos quando foi escalado no primeiro filme da Saga Crepúsculo, como o vampiro principal do que se tornou uma saga de cinco filmes cada vez mais populares sobre a luxúria adolescente no noroeste do Pacífico. A parcela final da franquia, que transformou Pattinson e sua co-estrela, Kristen Stewart, em duas das pessoas mais famosas do mundo, saiu em 2012 e arrecadou mais de US$ 800 milhões em todo o mundo. Mas a essa altura, ele já havia sumido.

Ele estava estrelando filmes de David Cronenberg. Ele estava em sets na Austrália, no Canadá ou na cidade de Nova York, onde passeava pelas ruas disfarçado, tentando desenvolver o sotaque certo para o bairro de Josh e Benny Safdie. Ele estava interpretando inocentes, rivais, forasteiros, pessoas que babavam, choravam e se masturbavam, nos filmes de Werner Herzog, James Gray, Anton Corbijn. Ele estava se tornando, filme por filme, um dos atores mais interessantes do mundo. E quando ele não estava trabalhando? Ele estava se escondendo. De paparazzi, às vezes. Do sistema de estúdios de Hollywood, para outros. De todas as coisas estranhas que o mundo joga contra jovens atores que já têm muito. Ele estava andando por casas grandes demais em Los Angeles, em bairros onde não podia sair. “Passo tanto tempo sozinho, porque você sempre é praticamente forçado a isso, que não consigo me lembrar de como era não ter esse tipo de estilo de vida”, diz Pattinson. Agora ele está conversando com seus amigos e familiares, que estavam tendo que fazer a mesma coisa. “Eu apenas percebo que todo mundo é tão vulnerável ao isolamento”, diz ele. “É muito chocante.”

Claire Denis, que dirigiu Pattinson em High Life em 2018, diz que mandou uma mensagem para ele no outro dia, fazendo um check-in. “Eu perguntei pra ele, se não estava muito terrível ficar confinado. E ele disse: ‘Oh não, Claire. Eu aguento. ‘É tão bom poder dizer isso. ”

Pattinson está em Tenet, dirigido por Christopher Nolan, que deve sair em julho. Ele tem um filme menor, o gótico noir The Devil All the Time, que será lançado na Netflix neste outono. O Batman deveria sair no verão do próximo ano, mas já foi transferido para outubro de 2021. Depois de anos evitando filmes de grande orçamento e os holofotes que os acompanham, Pattinson está no meio de alguns filmes gigantes seguidos. Então o mundo parou e, com ele, suas ambições, por mais tentativas que sejam ou possam ter sido. Ainda assim, ele teve a sorte de superar esta experiência peculiar incólume, pelo menos até agora. Ele tem sorte de saber como ficar sozinho. O que ele ainda não descobriu é como fazer qualquer outra coisa, como sair. “Fui dar uma volta pelo parque hoje”, diz ele. “Estou com tanto medo de ser preso. Você pode correr por aqui. Mas o terror que sinto disso é extremo”. Ele está nervoso assim mesmo. Apenas voltando ao mundo, mas só assim que o mundo finalmente voltar? Essa pode ser a parte mais difícil. “Ontem eu estava apenas pesquisando no Google, estava no YouTube para ver como fazer macarrão no microondas. (risos)”

GQ: Isso não existe.
Robert: “Coloque em uma tigela e coloque no microondas. É assim que se faz. E também, realmente, realmente não é uma coisa que existe mesmo. O que é realmente revoltante. Mas, quero dizer, quem teria pensado que realmente faz com que o gosto seja realmente nojento?”

GQ: Como você está realmente sobrevivendo?
Robert: “Estou essencialmente em um plano de refeições para o Batman. Graças a Deus. Não sei o que estaria fazendo além disso. Mas quero dizer, sim, além disso – eu posso sobreviver. Como aveia com proteína de baunilha em pó. E eu mal vou misturo tudo. É extraordinariamente fácil. Como, como de latas e outras coisas. Vou literalmente colocar o Tabasco dentro de uma lata de atum e comê-lo da lata.”

GQ: Você treinou toda a sua vida para isso, aparentemente.
Robert: “Eu … é estranho, mas minhas preferências são … meio que como um animal selvagem. [risos] Tipo, de uma lata de lixo”.

Um dia, pergunto a Robert Eggers, que dirigiu Pattinson no filme O Farol do ano passado – no qual Pattinson interpreta um homem levado à loucura e ao homicídio aviário por isolamento e solidão – por que ele escolheu Pattinson em seu filme. “Bem”, Eggers diz, de sua própria solidão em Belfast, “essa qualidade paranoica do Rob que você sente na vida cotidiana, eu acho, que é o motivo pelo qual Josh e Benny o queriam em Good Time e por que eu achava que faria isso muito bem em O farol. Embora ele seja bom o suficiente para se transformar. Mas acho que a qualidade paranóica é algo especial para ele. ” E você sente essa qualidade paranoica. Mesmo quando você está olhando para ele através do vidro, distância e tempo. Pattinson tem uma energia generosa, mas completamente caótica. Hoje ele está usando um chapéu preto da Carhartt e uma camiseta branca, e alterna pedaços de coca-cola com pedaços de chiclete da Nicorette – apenas um após o outro após o outro. “Tão nojento”, diz ele alegremente. Ele começa e para frases no meio como um quebrado. Às vezes, ele perde tantas palavras seguidas, intercaladas com tantos suspiros pesados e risadas nervosas, que você, momentaneamente, pensa que ele está falando um idioma completamente diferente.

Pattinson já tem idade suficiente para admitir que existe um método para o modo nervoso como ele aborda o contato humano, uma espécie de cálculo por trás dele. “Sinto que preciso de adrenalina apenas para funcionar”, diz ele. “Caso contrário, eu literalmente fico sentado lá. Eu sou apenas um grogue. Eu me exalto em um estado de tensão nervosa antes de quase qualquer coisa. Eu tive o mesmo processo em todos os trabalhos. Eu fico super empolgado, tenho muitas idéias sobre as coisas e, quanto mais perto você chegar do trabalho, é o mesmo ciclo em que sua confiança cai completamente, você se odeia e então procura alguma desculpa. Você está procurando a estratégia de saída antes mesmo de começar. “. Ele diz que seus agentes nem sequer ouvem suas chamadas de pânico para esse efeito. Eles dizem a ele: Este é apenas o seu processo. “Ele tem essa capacidade muito natural de fazer parecer que tudo é caos, estilo livre, ele está apenas saindo ao vento e seguindo instinto”, diz John David Washington, com quem estrela Tenet. “Mas ele é muito concentrado no que está tentando fazer, apesar de suas histórias e sentimentos.”

Pattinson diz que costumava beber 5.000 xícaras de café antes de entrevistas como essa, e depois desmaiar “e dormir por dois dias”. Ele diz que faria questão de dizer a coisa mais louca que ele pudesse pensar. “Gostava de dizer coisas provocativas porque achava engraçado. Fico muito desconfortável por fazer coisas sérias.”. De repente, ele se vira para o computador quebrado. “Literalmente, pouco antes disso, eu estava tentando encontrar minhas anotações sobre o filme, e aquilo, como …”

Leva um momento para eu perceber o que está acontecendo. Que anotações? Que filme? Acontece que ele quer dizer Tenet, ele quis dizer as anotações que escreveu no ano passado, quando ele estava começando o filme. “Quando eu estava olhando as notações”, diz Pattinson, “eu estava pensando: ‘Ah, sim, são ideias muito boas’. E era disso que se tratava. ’ É engraçado, porque eu esqueci totalmente, tipo, eu esqueci totalmente muitas das coisas dos personagens. Você já viu o filme, a propósito?

“Não.”

“Eu também não vi.”

“Você quer me dizer do que se trata?”

“Mesmo que eu já tivesse visto, realmente não sei se seria capaz … estava pensando, liguei para minha assistente há 20 minutos: ‘Que porra eu digo? Eu não faço ideia.’

“O que seu assistente disse?”

“Ela é muito mais inteligente do que eu. Como, ela foi para a faculdade e outras coisas. E eu sou como posso dizer … todas essas coisas, e fiquei tipo, ‘Oh Deus, não. Eu não posso nem fazer besteira no meio caminho. ‘

Por um minuto, ele tenta, no entanto. “Isso é tão insano”, diz ele. Ele diz que eles tinham uma tripulação de cerca de 500 pessoas, e 250 deles voariam juntos, apenas pegando aviões para diferentes países. “E em cada país há uma enorme cena de peça, que é como o clímax de um filme normal. Em todos os países. ” Alguns dias depois, ligo para o próprio Christopher Nolan, para perguntar se Pattinson estava brincando comigo por dizer não saber o enredo do filme que ele acabara de terminar.

“O interessante de Rob é que ele está levemente brincando com você”, diz Nolan, rindo um riso inglês reservado. “Mas ele também está sendo incrivelmente honesto. É o tipo das duas coisas ao mesmo tempo. Quando você assistir o filme, entenderá. A leitura de Rob no roteiro foi extremamente aguda. Mas ele também entendeu as ambiguidades do filme e as possibilidades que surgem na mente em torno da história. E assim as duas coisas são verdadeiras. Sim, ele está brincando com você, porque ele teve uma compreensão completa do script. Mas uma compreensão completa do roteiro, no caso de Tenet, é aquela que entende e reconhece a necessidade desse filme viver na mente do público e sugerir possibilidades na mente do público. E ele era muito bom com nisso.”.
Pattinson: [tentando novamente descrever o enredo de ‘Tenet’], esqueci muitas coisas no começo do filme. Eu estava tão obcecado em assistir os debates de Christopher Hitchens. Você conhece Christopher Hitchens?
GQ: Claro.
“Muitas coisas do meu personagem, eu estava tentando fazer uma representação de Chris Hitchens, e esqueci completamente que estava fazendo isso até ver minhas anotações. Eu sou tão curioso. Quero dizer, eu literalmente não vi nenhuma imagem desse filme. Agora, estou imaginando Christopher Hitchens como um viajante do tempo. Ele não é um viajante do tempo. Na verdade, não há viagens no tempo. [risos] Essa é a única coisa que eu posso dizer.” Juliette Binoche me envia um e-mail, tentando descrever Pattinson, e parte do que ela diz faz muito sentido para mim. “Toda vez que vejo Rob, sempre me sinto próxima dele. Não tem nada a ver com tempo. Vejo sua solidão. , sua necessidade de conversar, sua necessidade de compartilhar experiências ”, e algumas delas me interessam. “Sua busca pela verdade é implacável”, ela escreve, e “isso explica também suas necessidades de entrar em mundos diferentes: filmes e filmes”. Acho que por filmes ela se refere às coisas de Hollywood que ele está começando a fazer novamente agora, em comparação com os filmes independentes em que ela estrelou com ele ao longo dos anos, começando com Cosmopolis de 2012.

Mas Pattinson rapidamente lhe dirá que a divisão entre os dois é apenas uma divisão para ele. Não é que ele não tenha consciência da percepção, que ele é um protagonista de um garoto bonito que passou anos repudiando tanto sua beleza quanto seu protagonismo. Só que ele não concorda totalmente com isso. “Eu olho para os filmes de Crepúsculo”, diz ele, “e acho que, de muitas maneiras, eles parecem mais com filmes existenciais artísticos do que com alguma coisas que foi intencionalmente feita para isso.” E então, o que veio a seguir, todas as coisas enfaticamente não-Twilight que ele fez – bem, ele fez esses filmes porque eram o gosto dele o tempo todo, não porque ele estava tentando provar alguma coisa. “Eu cresci gostando de filmes clássicos, e então eu realmente gostava de assistir filmes quando era adolescente”, diz ele. “Eu queria trabalhar com essas pessoas. Mas não sabia que realmente podia.

Então ele percebeu que podia. Ele percebeu que os agentes de Hollywood não sabiam mais sobre o que ele poderia fazer do que ele, Robert Pattinson, sabia. “Porque você é categorizado rapidamente, do jeito que parece”, diz ele. “E se você é um inglês alto e meio de cabelos fracos, frequentou uma escola particular e começa a atuar, bem, está em dramas de época. Mas não gosto de dramas de época. E então você luta contra isso. ” Em algum momento, ele me contou, descobriu que estava recebendo ofertas para o personagem loiro quando queria ser o outro: “Eu basicamente sempre quis os papéis que chamavam os magros com cabelos pretos.”

E foi assim que ele interpretou os papéis que exigiam homens magros de cabelo preto: irmãos mais novos chorões (The Rover), aspirantes a Hollywood e garotas de programa (Maps to the Stars, Life), exploradores desarrumados (The Lost City of Z, High Life) e bandidos mesquinhos (Good Time).

“Durante muito tempo, gostei de fazer parte da insegurança, de onde a energia vem da insegurança”, diz Pattinson. “E então ficou meio chato, então eu gostei de jogar basicamente o oposto, que são pessoas que não têm absolutamente nenhuma vergonha e nenhum medo depois. E então eles eram pessoas que estão muito no pé da frente, tipo, tomando decisões dinamicamente. É estranho. Se você continuar tocando, ele realmente começa a se espalhar depois. Então, se de alguma forma você continua jogando perdedor passivo, você se sente como um depois de um tempo. ”

Ele é honesto sobre o fato de que, de certa forma, ele estava apenas mapeando sua mudança psicológica como um ser humano em seu trabalho. Ele estava evoluindo sobre quem ele era através das partes que estava interpretando, de alguém que parecia não pertencer a alguém que estava começando a se divertir, fazendo o que fazia, a alguém que se sentia bem no controle pela primeira vez. E então, no ano passado, ele bateu em uma parede. Não um muro de trabalho, por si só, mas um muro da vida, um muro da carreira. “Comecei o início do ano passado sem emprego. E eu estava ligando para o meu agente e só estava tipo – eu tinha recebido boas críticas nas coisas – e eu fiquei tipo, ‘Que porra é essa? Eu pensei que este era um ano muito bom, e estou começando o ano como se tivesse acabado de fazer uma pilha de lixo. ‘”E o que os agentes dele disseram foi: você não está na lista. Aquela lista mítica de atores da lista A considerados para partes da lista A. Não necessariamente porque ele não era procurado. Mas porque disseram a ele: “Todo mundo acha que você não quer fazer nada disso”.

Mas o que Pattinson estava percebendo era: na verdade, ele queria. Ele queria mais segurança, menos dúvida. “Apenas algo em que você poderia confiar um pouco mais”, diz ele, suspirando. “O problema que eu estava encontrando era que, por mais que eu adorasse os filmes que estava fazendo, ninguém os vê. E isso é meio assustador, porque não sei o quão viável isso é para uma carreira … Não sei quantas pessoas existem na indústria que estão dispostas a apoiá-lo sem qualquer viabilidade comercial. ” Foi nessa época, no início do ano passado, que Christopher Nolan, o único diretor que faz o que são essencialmente filmes de arte – em sua singularidade de visão e pureza de execução – nos maiores e mais comerciais dos níveis de Hollywood, ligou. Nolan disse que viu as coisas que Pattinson estava fazendo em Good Time e The Lost City of Z e ficou fascinado com isso. “Rob parecia estar exatamente no lugar certo em sua carreira para querer vir e inventar comigo”, disse Nolan. E Pattinson descobriu que ele era. Ele estava pronto para tentar a lista novamente. E então, talvez no primeiro dia de filmagem de Tenet, Pattinson também foi escolhido como Batman.

GQ: Posso perguntar por que o Batman é algo que você queria fazer? Eu posso pensar em várias razões para querer fazer isso. Mas também posso, francamente, pensar em várias razões para não querer fazer isso.
Robert: Quais são as razões para não fazer isso? (risos)

GQ: Bem, você acabou de estrelar um filme de Christopher Nolan; Nolan já fez três filmes icônicos do Batman. Além disso, eu penso em você como um ator bastante específico, e Batman é tanto um arquétipo quanto um personagem a ser interpretado.
Robert: Às vezes, acho que as desvantagens – nas quais eu definitivamente pensei – as desvantagens parecem meio positivas. Eu meio que gosto do fato de não apenas haver versões muito, muito, muito bem feitas do personagem que parecem bastante definitivas, mas eu estava pensando que existem várias interpretações definitivas do personagem. Eu estava assistindo a produção de Batman e Robin outro dia. E mesmo assim, George Clooney estava dizendo que estava preocupado com o fato de que isso já havia sido feito, e que muito do terreno que você deveria preencher com o personagem já foi explorado. E isso está em 96, 97?

GQ: Sim, 1997.
Robert: E depois há Christian Bale e Ben Affleck. E então eu estava pensando, é divertido quando mais e mais características são exploradas. Como, onde está a lacuna? Você já viu esse tipo de versão mais leve, um tipo de versão cansada, um tipo de versão mais animalesca. E o enigma disso se torna bastante satisfatório, ao pensar: onde está minha abertura? E também, tenho algo dentro de mim que funcionaria se eu pudesse fazê-lo? E também, é uma parte do legado, certo? Eu gosto disso. Há tão poucas coisas na vida em que as pessoas se preocupam apaixonadamente com isso antes mesmo de acontecer. Você quase pode sentir esse empurrão da antecipação, e isso meio que energiza você um pouco. É diferente de quando você está fazendo uma parte e existe a possibilidade de que ninguém a veja, certo? De certa forma, não sei … Isso faz com que você fique um pouco picante. (risos)

Alô? Alô? [O telefone desconecta. Pattinson liga de volta.] O que aconteceu?
Meu telefone morreu. O que você estava dizendo?
Você estava falando sobre medo. Você estava se preparando para dizer algo que me empolgava em relação ao terror e ao Batman, mas agora perdi o fio.
Minha, hum, minha relações públicas sempre me liga depois de uma entrevista, e ela fica tipo: “Existe alguma coisa, tipo, existe algum tipo de incêndio que você acendeu agora? O que tenho que consertar para você agora? E eu fico como, “eu nem me lembro de nada que eu disse.”

Alguns dias depois, Pattinson decide cozinhar para mim. Ou cozinhar na minha frente, de qualquer maneira. No FaceTiming, concordamos, era difícil, cansativo. Estávamos um pouco cansados de nos olhar. Mas o que dois homens podem fazer juntos quando estão em diferentes continentes, em diferentes fusos horários? Pattinson pensou: cozinhar. Ele tinha noções de Top Chef, fotografando nossas respectivas geladeiras e depois lutando contra ela. (Nenhum de nós realmente viu o Top Chef.) Mas então ele olhou em sua geladeira e “os ingredientes que estavam aqui são tão totalmente independentes um do outro. Não há como reuni-los. ” Então ele foi à loja da esquina, e agora aqui está ele, com um plano.

Eu gostaria de poder dizer se o que estou prestes a descrever aqui é um pouco de, ou uma peça de arte performática, ou é de fato sincero – mesmo agora, eu não sei totalmente. Eu acho que partes dele são reais e partes não podem ser reais. “Ele não é mau”, diz Claire Denis sobre Pattinson. “Mas ele está sempre tentando escapar um pouco. Ele não quer que você coloque suas garras muito fundo nele. Às vezes eu esqueço e enviarei uma mensagem para ele com algo um pouco pessoal. E ele sempre responderá: hahahaha. “Esse é o limite, Claire. Você sabe?”
Eu sei.
De qualquer forma, a história que Pattinson conta para anteceder o que ele está prestes a fazer é aproximadamente isso: No ano passado, ele diz, ele teve uma ideia de negócio. E se, ele disse a si mesmo, “as massas realmente tivessem o mesmo tipo de credenciais de fast-food que hambúrgueres e pizzas? Eu estava tentando descobrir como capitalizar nessa área do mercado, e estava pensando: como você faz uma massa que pode segurar na mão? ” Ele diz que chegou ao ponto de projetar um protótipo que envolvia o uso de um grelhador panini e, segundo ele, foi ainda mais longe, marcando uma reunião com a realeza do restaurante de Los Angeles Lele Massimini, cofundadora da Sugarfish e proprietária da o restaurante de massas Santa Monica Uovo. “E eu disse a ele meu plano de negócios”, lembra Pattinson, “e sua expressão facial nem mudou depois. Muito menos reconhecer qual era meu plano. Não havia absolutamente nenhum sinal dele, literalmente. E isso meio que me deixou um pouco chateado. ” (Massimini diz: “É 100% verdade, tudo o que ele lhe disse.”)

No entanto, diz Pattinson, ele concebeu um nome de marca para seu produto, um apelido pequeno e macio que meio que resumia como ele pensava que sua criação de massas era: Piccolini Cuscino. Travesseiro. Ele pensou que daria outra chance ao produto comigo agora: “Talvez se eu disser na GQ, talvez um parceiro simplesmente apareça.”

Então ele agora pega a sacola que trouxe da loja da esquina, da qual produz o seguinte:
Uma (1) caixa de flocos de milho gigante, imunda e coberta de poeira. (“Fui à loja e eles não vendiam migalhas de pão. Eu fico tipo, ‘Oh, foda-se! Só estou recebendo flocos de milho. Isso é basicamente a mesma merda.’”)
Um (1) isqueiro incrivelmente grande e inovador. (“Eu sempre gostei da ideia de fazer um pouco de flambé, como o nome da marca, com um tipo de ponta queimada no topo.”)
Nove (9) pacotes de queijo em fatias. (“Eu recebi, nove pacotes de queijo em fatias.”)
Molho. (Como um molho de tomate? “Qualquer molho.”)
Ele coloca luvas de látex. Ele tira um pouco de açúcar e papel alumínio e faz uma cama, uma espécie de esfera oca, com o papel alumínio. Ele segura uma caixa de macarrão penne que tinha em casa. “Tudo bem”, diz Pattinson. “Então, obviamente, as primeiras coisas primeiro, você precisa colocar o macarrão no microondas”.
Observo enquanto ele derrama o penne seco em uma tigela de cereal, a cobre com água e a coloca no microondas por oito minutos. Ele diz que usar penne já é um novo território para ele. Geralmente ele usa … bem … “Você conhece a massa que é, tipo, um pouco, é como uma bolha, uma espécie de bolha ondulada?”
“Nhoque?”
“Não, não, não, não, parece – como você chamaria isso? Parece uma espécie de bagunça … tipo, o coque de cabelo de uma garota.
“Eu literalmente não tenho ideia do que você está falando”, eu digo.
“Havia um tipo de macarrão que funcionava. Definitivamente não era penne. ”

No entanto, penne e água no microondas por oito minutos. Enquanto isso, ele pega a folha e começa a despejar açúcar em cima dela. “Depois de muita experimentação, descobri que você realmente precisa congelar tudo em uma quantidade enorme de açúcar e queijo”. Então, depois do açúcar, ele abre seu primeiro pacote de queijo e começa a estratificar fatias após fatias na folha de açúcar. Depois, mais açúcar: “Ele realmente precisa de uma crosta de açúcar”.

Então ele percebe que esqueceu a camada externa, que deveria ser migalhas de pão, mas hoje serão flocos de milho triturados, e então ele levanta a pilha de queijo e açúcar e quebra alguns flocos de milho na folha de alumínio antes de colocar o queijo com açúcar de volta, no topo disso. Então ele adiciona molho, que é vermelho. O microondas apita e Pattinson prontamente se queima na tigela de macarrão. Ele suspira pesadamente, olhando para ele. “Não faço ideia se está cozido ou não.” Ele joga o macarrão de qualquer maneira. Neste ponto, seus espíritos começaram visivelmente a embandeirar. “Quero dizer, não há absolutamente nenhuma chance disso funcionar. Absolutamente nenhum.”

O pequeno travesseiro agora quase todo construído, ele derrama mais açúcar por cima e depois produz a metade superior de um coque, que ele esvazia, coloca-o em cima do resto do que diabos é isso, e … começa a queimar topo do pão com o isqueiro gigante novidade. “Eu só vou fazer as iniciais. …” “Parece que você está cozinhando metanfetamina”, eu digo, porque parece. “Estou realmente tentando vender esta empresa. Estou fazendo isso pela minha marca. ” Nesse ponto, ele acidentalmente acende uma de suas luvas de látex, que imediatamente derrete na palma da mão. Ele grita de dor. Depois, ele cautelosamente segura o produto acabado: alguma aproximação de um P, seguida de um C, para Piccolini Cuscino, queimado no topo de um pão de hambúrguer. Ele começa a embrulhar a coisa toda com mais papel alumínio e, em seguida, compacta e embrulha um pouco mais e depois aperta novamente. De repente, ele para: “Você pode colocar papel alumínio no forno?” Eu digo que sim, você pode, mas o que você absolutamente não pode fazer é colocar papel alumínio no microondas. E ele diz legal, legal, e depois procura seu forno, que nunca havia usado antes, e esta é uma casa agradável, então há várias opções, e a que ele instala, bem: parece outro microondas para mim. Ele me garante que não é. “Eu acho que provavelmente … 10 minutos?” Ele coloca a esfera de alumínio, o pequeno travesseiro, no que ele acha que é um forno e eu acho que é um microondas. Ele tenta ligá-lo. “Eu realmente sabia como fazer isso antes”, ele me diz. “Eu literalmente fiz isso ontem. E agora é simplesmente impossível. Vai parecer que eu não sei cozinhar. ” Ele se atrapalha com mais alguns botões. “Oh, oh, oh”, diz ele, animado agora. “Mil watts, lá vai você.” Orgulhosamente, ele está voltando para o balcão em que seu telefone está ligado quando, atrás dele, um raio irrompe do forno / microondas, e Pattinson se abaixa como se alguém estivesse abrindo fogo. Ele está rindo e agachando enquanto o forno lança cintilações dispersas de luz e som. “A porra da eletricidade … oh, meu Deus”, diz ele, ainda no chão. E então, com um estrondo final alto, o forno / microondas fica escuro. No silêncio, Pattinson e eu olhamos para a misteriosa peça de maquinaria construída na parede atrás dele. “Sim, acho que tenho que deixar isso em paz”, diz ele, suspirando novamente, levantando-se do chão. “Mas isso é um Piccolini Cuscino.” 15 de abril, 10h35 PST // 18h35 GMT

Robert: Com quem mais você conversou? Você já falou com Claire Denis ou qualquer outra pessoa?
GQ: Sim, eu realmente ia perguntar para quem mais eu deveria ligar. Quem te conhece bem? Uh … quem mais? … é sempre estranho, então, não é? Eu quase quero perguntar às pessoas que realmente não gostam de mim.

GQ: Você quer que eu fale com alguém que te odeia? Você pode me dizer quem te odeia?
Robert: Isso seria muito divertido. [risos] Isso seria tão engraçado. Alguém que eu mal conheço. “Ei, você pode fazer uma entrevista sobre mim?” Eu sempre senti que seria um insulto tão bom. Você acabou de enviar para o agente de um ator enorme para dizer: “Ei, eu só estou pensando, tipo, você gostaria de ser assistente dele?” [risos]

Não há retorno algum.
Você é um verdadeiro agente do caos.
Definitivamente, só isso em minha mente. (risos)
Finalmente, começamos a conversar, como as pessoas hoje em dia, sobre ansiedade. O padrão: como você está? Pattinson diz que está bem, sério. “Estou definitivamente muito mais calmo do que costumava estar. Se isso foi há alguns anos atrás ou o que seja, seria uma história totalmente diferente. ” Ele diz que, na casa dos 20 anos, por um tempo, não sentiu nada além de medo e incerteza, mas de alguma forma isso mudou. “Eu acho que fiquei mais velho. Sinto que tenho menos a provar ”, diz ele. “Ou parece mais divertido provar isso. Parece que é um jogo divertido, em vez de, eu não sei, apenas basicamente um pesadelo. ” Ainda há coisas que ele faz que outras pessoas consideram estranhas ou compulsivas. Muitas coisas, de fato. Robert Eggers diz que Pattinson é quase “Andy Kaufman-esque na vida real. Rob está tão além da seca que é, tipo, meta. Você fica tipo, ‘Isso é engraçado?’ Tipo, ‘Eu não tenho ideia do que está acontecendo.’ ”Ele tem o hábito de entrar em contato com as pessoas que admira repetidas vezes, mas também admite livremente que seu senso de tempo é equívocos instáveis e tão infelizes podem acontecer. “Eu recentemente enviei um e-mail para esse cara que está absolutamente aterrorizado comigo”, diz Pattinson. “Ele acabou passando meu e-mail para uma das atrizes do filme, para que ela falasse comigo, para que eu não mandasse mais e-mails. E eu pensei que tinha passado, tipo, dois anos e seis meses, entre cada e-mail, mas faltam apenas algumas semanas. ” A família dele está em Londres e “definitivamente tenho tentado ajudar minha família a encontrar uma calma, eu acho. Acho que acabei encontrando um novo nível de paciência em mim. Provavelmente, isso é provavelmente uma coisa importante. Hum, mas hum … “Normalmente, esse é o seu papel em sua família, ser a fonte de calma?” Eu pergunto. Pattinson ri disso por um longo tempo. “Oh não. Eu definitivamente tomei, eu me ungi disso. De alguma forma, me convenci de que posso ser um terapeuta de família. ” “Eles estão comprando?” “Você simplesmente nunca sabe.” Ele começa a rir novamente. “Acho que talvez seja uma das coisas em que você continua falando com alguém até que ele se esgote. Eles não têm mais energia para ficar chateados. É apenas terapia de desgaste. ” “Esse parece ser seu presente, certo? Enviar e-mail às pessoas repetidamente e assim por diante. ”E quando alguém aponta isso, eu fico tipo, ‘Oh, meu Deus!’ Ou eu nego.” E então Pattinson parece ficar sem rir. Ele olha para cima, depois para baixo e suspira um último suspiro pesado.
“Mas sim”, diz ele. “Eu acho … tipo … acho que todo mundo acha que é uma época bem estranha”.

Zach Baron é o escritor sénior da GQ.
Uma versão desta história aparece originalmente na edição de Junho/Julho 2020 com o título “O Rei da Quarentena”.
CRÉDITOS DE PRODUÇÃO: Fotografias por Robert Pattinson Produzido por MAI Productions
Fonte | Tradução: Amanda e Andréa Rouxinol

Ainda como parte da campanha para o novo Dior Homme, Robert concedeu uma entrevista para a Allure onde comenta seus aromas favoritos e aqueles que não gosta tanto assim… Confira a entrevista traduzida:

O som mais sexy do mundo? O fraco e confuso atrito dos pelos faciais de Robert Pattinson contra receptor do outro lado da linha. O segundo mais sexy: seus pensamentos sobre a beleza.

Allure: Muitos de seus papéis no cinema podem ser descritos como homens canonicamente bonitos. Como é ser extremamente gostoso?
RP: [risos] É estranho. Eu nunca fui realmente bom para os papéis de bonitão, porque sempre fui muito estranho na hora de conhecer as pessoas. Meu papel em Harry Potter era um cara bonito, e foi um choque que foi bastante fácil de conseguir. E então em Crepúsculo, (Edward é) lindo, lindo, lindo. Quando me inscrevi para a audição, eu havia feito um trabalho em que tingira meu cabelo de preto, mas tinha quase cinco centímetro de raízes e tinha depilado meu corpo. Eu tive alguns meses em que eu estava bebendo cerveja o dia todo, então eu tinha esse corpo gordinho e sem pelos. Eu parecia um bebê com uma peruca. [Risos] Depois de fazer Crepúsculo, meus amigos disseram: “Oh, você está posando o tempo todo” e eu fico tipo: “Do que você está falando? Estou apenas de pé. E nenhum de vocês me achava bonito há dois anos!

Allure: Qual é o cheiro da nova fragrância Dior? (Pattinson é o rosto da fragrância Dior Homme desde 2013.)

RP: Quase nunca uso fragrâncias. Se eu uso uma fragrância, acho bastante arrogante. Mas este, por algum motivo, você nem percebe que está usando. Eu não consigo descrever isso. As pessoas pensam: “É um cheiro amadeirado?” Mas eu realmente não sei como cheira a madeira. Definitivamente, me faz sentir mais acordado. Há algo novo nisso.

Allure: Como você aplica perfume quando o usa?

RP: Quero dizer, existem maneiras diferentes? Meu pai sempre costumava colocar no cabelo. E eu tinha uma ex-namorada que borrifava uma pequena nuvem de perfume e entrava nela. Eu gosto da ideia disso.

Allure: Quais são os melhores e piores cheiros do mundo para você?

RP: Definitivamente, o cheiro de quando você está apaixonado por alguém, e o cheiro é incrível. Ele traz um lado animal de ser humano.

Allure: [esmorecida]

RP: E o pior cheiro … hum. Eu realmente não me importo com coisas sujas. Adoro o cheiro de coisas que as pessoas realmente odeiam, mas cabelo queimado é revoltante.

Allure: Como você descreveria seu cheiro?

RP: Muitas pessoas me dizem que eu cheiro a lápis de cera.

Allure: Como se você fosse feito de cera?

RP: Sim! Como se eu estivesse embalsamado.

Fonte
Entrevista por Brennan Kilbane

Tradução: AMANDA

Em nova entrevista para GQ, Robert conversa, por telefone de Paris, com Andrew Nagy sobre a nova campanha da Dior, Crepúsculo e sobre a instabilidade de empregos na indústria de filmes independentes. Confira a baixo a entrevista traduzida:

Você não costuma parar para pensar na fama …
“Logo após Crepúsculo acabar, eu sabia que estava trabalhando direto por quase seis anos. Você realmente não percebe o quão é isso intenso. Foi só quando comecei a desacelerar um pouco e a fazer um balanço das coisas que foi tipo: ‘Whoa, Estou em um lugar muito diferente agora!’. É assustador quando você percebe essas coisas.

Desacelerar faz você pensar …
“É um sentimento estranho. No começo, você se preocupa em não trabalhar todos os dias; depois de um tempo, começa a se preocupar em nunca mais trabalhar! Eu tive esse medo por muito tempo.”

Decisões precipitadas podem facilitar a vida às vezes …
“No auge da loucura, você passa de um completo ninguém para todo mundo te conhece. Parecia que isso aconteceu em cerca de um mês. Mas, como eu trabalhava constantemente, eu estava sempre no set de filmagens, na maioria das vezes fui isolado do que estava acontecendo lá fora. ”

É engraçado, mas …

“Quando Crepúsculo terminou, uma parte de mim pensou em voltar à minha antiga vida. As coisas voltariam ao normal. Mas, é claro, essa vida não estava mais disponível. “

É melhor começar a agir por acaso …
“Eu sinceramente acredito que foi isso que me manteve mentalmente saudável durante tudo isso. Se você realmente deseja e persegue a fama – e depois a conquista – pode ser uma coisa perigosa.”

 Encontre sua equipe – principalmente quando você gosta da vibração deles …
“[The Blaze] fizeram uma  festa para o meu filme Good Time, quando estreando em Cannes. Obviamente, eu assisti os vídeos várias vezes e sempre quis trabalhar com eles. Eles sempre buscam provocar uma resposta tão grande e emocional nas pessoas em seus filmes que eu fiquei realmente intrigado. ”

O processo para o filme Dior foi muito diferente …
“Eles são jovens, então o trabalho em si foi muito divertido. Eu amei a campanha anterior que fiz com Romain [Gavras], mas sempre o procurava para me sentir seguro e discutir ideias.”

Dançar pode te deixar nervoso …
“Essa era minha única preocupação com a nova campanha. Mas tive a sorte de ter dois diretores no local, felizes em dançar comigo. Eles estavam basicamente ao lado da câmera fazendo todo tipo de movimentos de dança ridículos, então foi muito menos embaraçoso para mim. Não tenho certeza de quantos outros diretores teriam feito o mesmo. “

Sempre tente fazer o oposto …
“Todo trabalho que recebo deve ser completamente diferente do anterior, caso contrário, qual é o objetivo?”

Você não segue a rota de filmes independentes  para se distanciar de Crepúsculo …
“Pelo menos não conscientemente. Seria louco tentar replicar o mesmo sucesso em outro lugar. E eu tenho gostos bastante específicos. Mas filmes independentes podem ser frágeis. Esse mundo é realmente selvagem, e o financiamento de uma imagem pode desaparecer em um piscar de olhos. ”

Houve um tempo em que encontrar trabalho era difícil …
“Gostei da direção que minha carreira seguiu nos últimos cinco ou seis anos, mas era tão difícil encontrar empregos que também mantivessem o ritmo adiante.”

Todo ano havia pânico …
“O problema era que, mesmo que eu tivesse um emprego, por ser indie, não havia garantia de que chegaria ao cinema. Eu fiz alguns que simplesmente desmoronaram. Não no dia em que começamos a filmar, não na pré-produção, mas na própria produção. Eu literalmente recebia uma ligação de um produtor dizendo que todo o filme havia sido cancelado. “

Mas quando você encontra as melhores partes, vale a pena …
“Trabalhar em O Farol no ano passado, foi uma experiência incrível. É sempre divertido quando o filme é apenas sobre você e outra pessoa, porque não há expectativa. E quando a outra pessoa é Willem Dafoe, bem, então é apenas um presente de verdade. ”

Entrevista por Andrew Nagy para GQ
TRADUÇÃO: AMANDA

Robert Pattinson falou para a Variety sobre seu novo lançamento, The Lighthouse, contando sobre a produção, como foi ser chamado para o filme e muito mais (inclusive sobre Batman!). Leia abaixo a entrevista na íntegra:

Robert Pattinson não conseguia parar de pesquisar seu próprio nome no Google. Em meados de maio, o ator de 33 anos se viu obsessivamente atualizando seu telefone em um voo de Los Angeles para o sul da França. Pattinson foi ao Festival de Cannes para a estreia mundial de seu novo filme, “The Lighthouse”, poucos dias antes de começar a filmar o próximo filme de Christopher Nolan, “Tenet”. Mas alguém havia informado a imprensa sobre outro projeto ultrassecreto: Pattinson havia sido escolhido como o próximo Batman.

Os rumores eram prematuros – Pattinson ainda não havia feito o teste – e ele ficou horrorizado com a possibilidade de toda a conversar assustar os executivos da Warner Bros. “Quando essa coisa vazou, fiquei furioso”, lembra Pattinson em uma tarde chuvosa recente em Londres. “Todo mundo estava muito chateado. Todo mundo estava em pânico da minha equipe. Eu meio que pensei que tinha estragado a coisa toda”.

Enquanto vasculhava a Internet em busca de pistas se havia sido retirado da lista de desejos do estúdio, o homem ao lado dele se inclinou para dizer olá. “Eu estava sentado ao lado de Christopher McQuarrie“, diz Pattinson. “Eu nunca o tinha visto antes! Oh Deus! Ele me viu pesquisando sobre eu mesmo por uma hora!” Pattinson tentou explicar ao diretor dos últimos filmes de “Missão Impossível ” o que havia acontecido. “Não se preocupe”, disse McQuarrie. “Eu provavelmente estaria fazendo a mesma coisa.”

Robert Pattinson nunca deixou de ser um fenômeno da internet depois de interpretar Edward Cullen em “Crepúsculo”, que arrecadou extraordinários US $ 3,3 bilhões em todo o mundo e o transformou no mortal mais cobiçado desde Leonardo DiCaprio em “Titanic”. Quando a franquia terminou em 2012, Pattinson seguiu o caminho oposto dos grandes sucessos de bilheteria, trabalhando com diretores independentes como David Cronenberg (“Mapas para as Estrelas” e “Cosmópolis”), James Gray (“A Cidade Perdida de Z”), Safdie irmãos (“Good Time”), Claire Denis (“High Life”) e David Michôd (“The Rover” e “The King”). Pattinson gostava de interpretar personagens, sem precisar se preocupar com as expectativas do público.

“Rob definitivamente tem um lado sombrio e se sente confortável trabalhando nesse espaço”, diz Robert Eggers, diretor do “The Lighthouse” da A24, que será exibido esta semana no Toronto Film Festival e estreia nos cinemas em 18 de outubro. “E ele tem bom gosto para cinema. Acho que muitos diretores de quem ele gosta estão fazendo coisas que não são comuns em Hollywood. ”

Mas, nos últimos meses, a carreira de Pattinson deu outra virada, quando ele começou a flutuar de volta às nuvens tempestuosas do estrelato do cinema. Ele passou a maior parte do verão na Estônia fazendo o filme de Nolan, que chega aos cinemas em julho de 2020. E, claro, apesar de suas preocupações, ele foi escalado para “The Batman”, da Warner Bros e do diretor Matt Reeves que começará filmando neste inverno e estreia em junho de 2021.

Pattinson não pode dizer exatamente o que contribuiu para suas escolhas de papéis nos últimos anos. “Filmes grandes, geralmente as partes não são tão interessantes – pelo menos as coisas que estavam vindo no meu caminho”, diz ele. “Acho que havia um pouco de medo. ” Depois de “Crepúsculo”, ele queria aterrissar em terreno sólido, não levar a vida em que foi perseguido pelos paparazzi em suas tarefas diárias. Ele foi atraído por personagens peculiares e sob o radar em que ele poderia se dedicar. “Acho que provavelmente ficaria um pouco nervoso por ter entrado em ação imediatamente depois” diz ele sobre “Batman”.

Esta é a primeira entrevista de Pattinson desde que foi formalmente nomeado como o Cavaleiro das Trevas. E ele ainda parece estar se esforçando para ser o próximo na fila para vestir as botas de látex, depois de Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney, Christian Bale e Ben Affleck. Crescendo na Inglaterra, ele assistiu aos filmes “Batman” de Tim Burton . “Quando eu era criança, era a única roupa que eu tinha”,  diz Pattinson. Mas ele não revela onde costumava usar sua fantasia de Batman. “Se eu realmente dissesse isso em uma entrevista, definitivamente teria muitos abusos depois”, diz ele com uma explosão de risadas nervosas. “Se eu interpretar o personagem com sucesso, posso dizer no final.”

Quando Pattinson foi apontado como o principal candidato ao papel, a reação nas mídias sociais foi intensa – uma petição apareceu no Change.org, pedindo ao WB que reconsiderasse. “Isso arruinará minha infância e meus sonhos”, dizia um comentário. Mas Pattinson está surpreendentemente otimista com a reação mista. “Para ser sincero, foi menos vitriólico do que eu esperava”, diz ele. E ele não se intimida com os que duvidam: “É muito mais divertido quando você é um oprimido. Não há expectativa em você. “

Pattinson divide seu tempo entre Londres e Los Angeles, mas ele prefere viver em um set de filmagem. Ele fica inquieto se não está trabalhando e não é o tipo de pessoa que pode viajar por meses por diversão. “Acho que voltaria e minha casa teria pirado”, diz ele. “Eu não teria absolutamente nada. Eu estou constantemente vivendo em terror. ” De quê? Ele procura uma resposta. “Se você já sentiu uma perda de motivação, não quer que isso aconteça novamente”, diz ele. “E eu realmente gosto de trabalhar. Não é uma parte de mim que se possa tirar e desaparecer. “

No entanto, os tempos mudaram. Muitas estrelas de cinema estão traçando trajetórias de carreira semelhantes às de Pattinson, passando de filmes independentes para sucessos de bilheteria e vice-versa. Diretores independentes como Ryan Coogler se infiltraram no mundo dos super-heróis. Pattinson revela que teve uma reunião com a Marvel na época de produção de “Guardiões da Galáxia”, mas nada aconteceu. “Não sei o que realmente estaria perseguindo”, diz Pattinson. “A ideia de tentar essa transição depois de ‘Crepúsculo’ nunca vi uma estrada nessa direção”. Batman era diferente porque ele era o único personagem de quadrinhos que Pattinson sempre amou. “Na verdade, é uma coisa interessante”, diz ele. “Acho que é porque ele não tem superpoderes.”

Ele percebeu o quanto a indústria do entretenimento transformou desde o primeiro “Crepúsculo” chegar às telas há uma década. “Parecia que o filme de orçamento médio desapareceu completamente, mas voltou com a Netflix e os serviços de streaming”, diz ele, acrescentando que deseja que a Netflix ofereça uma maneira melhor de navegar em todos os seus títulos. “Dificilmente alguém vê filmes independentes no cinema de qualquer maneira. Seria incrível se as pessoas fizessem. ”

Pelo menos ele ainda assiste. Ele tentou fazer isso outro dia para “Era uma vez … em Hollywood”, de Quentin Tarantino, mas todos as sessões estavam esgotadas. “É literalmente impossível conseguir um ingresso em qualquer lugar de Londres”, diz Pattinson com um suspiro. Ele não poderia pedir um favor? “Eu costumava ter um pouquinho de poder. E o poder se foi completamente. Não posso mais fazer nada. Na verdade, acabei de ligar para o meu publicitário: “ Posso obter algumas coisas grátis? Apenas qualquer coisa! ”, rle diz com uma voz suplicante. “Eu só quero uma sacola.”
Antes de ele dominar Gotham City, Pattinson primeiro está em “The Lighthouse”. O drama em preto e branco e sua primeira apresentação que está gerando sérios rendendo em prêmios, embora não seja seu filme típico do Oscar. Fiel ao seu título, “The Lighthouse” se passa em uma torre de vigia no meio do nada, à medida que a tensão aumenta entre um par de vigias. (Willem Dafoe desempenha o outro papel.) Lentamente, as coisas começam a acontecer quando os homens sucumbem ao seu isolamento, bebida e alucinações envolvendo uma sereia que vive na costa. “Lembro-me de fazê-lo pensando que não sei como vou promovê-lo”, diz Pattinson. “Cada cena é uma corrida penhasco.”

Pattinson havia assistido ao filme de terror de Eggers em Sundance em 2015, “The Witch”, então procurou por ele para conversar sobre trabalharem juntos em algo mais adiante. A primeira ideia que Eggers sugeriu não era estranha o suficiente para Pattinson, então Eggers ofereceu a ele um roteiro alternativo chamado “The Lighthouse”. Ele se preparou para o papel, estudando estudos históricos sobre homens em faróis, lendo histórias macabras e ouvindo para fitas de áudio de dialetos da Nova Inglaterra, onde a história se passa. E Pattinson se mudou três meses antes para Cape Forchu, Nova Escócia, onde Eggers havia construído um farol de madeira de 90 pés, para se adaptar ao local. Para encarnar no personagem, Pattinson deixou crescer com um bigode, o que ele estava tentando convencer os diretores a deixá-lo fazer de outra maneira. Ele não se ofende quando um repórter pergunta se era uma prótese. “É realmente real”, diz ele. “Eu pensei que parecia um pouco falso também.”

Dafoe diz que Pattinson às vezes usa o humor para desarmar os outros. “Ele é extremamente modesto”, diz Dafoe. “Se você falar com ele sobre como se apresentar, ele age como se não soubesse o que está fazendo. É um pouco de um dispositivo para lhe dar mais liberdade. E devo acrescentar que Rob realmente quer se jogar nas coisas, às vezes com os olhos fechados. ”.

Em “The Lighthouse”, ele teve problemas para ver qualquer coisa devido à cinematografia estilizada. “Percebemos que, devido à combinação de fotografar em negativo em preto-e-branco e nas lentes da década de 1920, você precisa de muita luz apenas para obter qualquer coisa”, diz Pattinson. “Estávamos fazendo uma cena em que conversávamos sobre uma mesa. A luz é tão forte que você não podia ver o outro ator. Tudo bem, essa é uma mudança inesperada de eventos. ” Como seu personagem este embriagado pela maior parte do filme, Pattinson teve que se esforçar para desequilibrar seu equilíbrio. Mas ele não tentou como abordagem um método, como em “Água Para Elefantes”, de 2011, onde ele realmente ficou embriagado. “Tudo o que você tem que fazer é tentar ficar sóbrio depois e esperar que ninguém descubra que você estava bêbado por uma cena bêbada”, diz ele.

Pattinson aprecia todas as peculiaridades de “The Lighthouse”. Ele conta que a equipe teve que mudar uma cena de sexo das águas geladas do oceano para a costa. “Estávamos sentados ali tremendo convulsivamente”, diz ele. “Não é nada sexy”. E ele está ansioso para discutir o momento em que seu personagem se diverte enquanto pensa em uma estatueta de uma sereia que ele acabou de encontrar. “Eu continuo me masturbando”, diz Pattinson sobre um tema que percorre seu trabalho recente. “Nos últimos três ou quatro filmes, eu tenho uma cena de masturbação. Fiz isso em ‘High Life’. Fiz em ‘Damsel’. E ‘The Devil All the Time’. Só percebi quando o fiz pela quarta vez. Mas com a figura de argila da sereia, se você está se excitando com isso, está em um estágio muito estranho na sua vida. ”

Pattinson começou o ano como ator desempregado, sentindo-se inquieto com sua agenda vazia. Mas suas preocupações foram acalmadas quando seus agentes telefonaram para ele em janeiro para dizer que Nolan queria se encontrar com ele. “Eu não podia acreditar”, diz Pattinson. “Ele é uma daquelas pessoas que parecem completamente fora de alcance.”

Ele está perseguindo Batman há muito mais tempo do que se sabia. Pattinson soube que Reeves estava trabalhando em um roteiro que imagina Bruce Wayne nos anos mais jovens de sua vida. “Eu tinha o Batman em mente por um tempo”, diz Pattinson. “É uma coisa tão absurda de se dizer. Eu meio que tive uma ideia para fazer isso, e eu estava procurando Matt. Ele não me deu nenhuma resposta. Fiquei pedindo para encontrá-lo”.
Quando Reeves finalmente terminou o roteiro, cedeu e concordou em marcarem uma reunião em Los Angeles. “E então eu tive que tentar imaginar o que ele havia escrito e nem sequer li o roteiro”, diz Pattinson. “Eu fui com este bloco cheio de anotações.” Enquanto as discussões continuavam, Pattinson chegou a Cannes em maio, e todo o inferno explodiu na imprensa. “Foi aterrorizante”, diz ele. “Eu fiquei tipo, Merda! Isso me ferra porque eles estão tão preocupados com o segredo?“ diz Pattinson.

Depois que “The Lighthouse” exibiu uma ovação extasiada, Pattinson prontamente voou de volta para L.A. para experimentar a armadura do Batman para a fase final da audição de alto risco. “É talvez a coisa mais louca que já fiz em termos de filmes”, diz Pattinson.

“Eu vesti. Lembro-me de dizer a Matt: ‘Parece bastante transformador!’ Ele estava tipo: ‘Espero que sim! Você está literalmente com a Batsuit”. Pattinson descreve como foi o momento: “Você se sente muito poderoso imediatamente. E é bastante surpreendente, algo que é incrivelmente difícil de vestir, então o ritual de entrar nele é bastante humilhante. Você tem cinco pessoas tentando empurrá-lo para dentro. Depois que você está vestido, é como, ‘Sim, me sinto forte, me sinto poderoso, mesmo que eu tivesse que ter alguém apertando minhas nádegas nas pernas.’ “

Embora ele tivesse uma ideia clara de como ele seria como Batman, ele teve que ajustar seus movimentos ao seu novo corpo de látex. “Você está tentando pensar na maneira de equilibrar, como trazer algo novo para ela e não quer assustar as pessoas”, diz Pattinson. “E trabalhe nos limites da fantasia.” Cinco dias depois, ele se tornou oficialmente o Cavaleiro das Trevas. “Fiquei absolutamente aliviado quando Matt ligou”, diz Pattinson, que assumiu o papel do ator Nicholas Hoult. De fato, Pattinson recebeu as notícias de mudança de carreira em seu primeiro dia no set do filme de Nolan. “É tão bizarro”, diz ele. “Eu fiquei tipo, ‘Que coincidência isso está acontecendo. É absolutamente louco. ”Um benefício surpresa foi que ele conseguiu conversar Nolan, que fez a trilogia de“ Cavaleiro das Trevas ”, com perguntas. “Eu perguntei sobre coisas a ver com o traje”, lembra Pattinson. “Como obter mais movimentos nele.”

Pattinson não diz se está confirmado em outros filmes de “Batman”. “Não sei de nada”, diz ele. “Eu tenho uma ideia de como fazer cerca de quatro cenas e depois estou trabalhando no resto gradualmente. ” Em um ponto de nossa conversa, ele oferece um comentário mundano sobre Joaquin Phoenix, que protagoniza “Joker” (um filme que ele ainda não viu), antes de pedir para retirá-lo. “Oh, merda”, diz ele, acrescentando que não está acostumado a pensar em spoilers. “Eu definitivamente não deveria dizer isso. Estou tão acostumado a ver filmes de arte, onde você pode assistir ao filme três vezes e ainda não sabe do que se trata”.

É provável que interpretar Batman convide os paparazzi de volta à sua vida, mas ele não está preocupado. Ele diz que o Instagram tirou a pressão das estrelas de cinema, porque há muito conteúdo fotográfico gratuito de celebridades (e aspirantes a celebridades) na web. “Não há dinheiro para as pessoas seguirem você”, diz Pattinson. “Há tantas fotos minhas que você pode me ver em um boné de beisebol preto comendo Snapple. Ou na sexta à noite, comprando uma Kit Kat.”

Como Bruce Wayne, Pattinson se refugiou em sua própria Batcaverna. “Tornei impossível para as pessoas me seguirem”, diz ele. “Eu fui completamente hermético. Não valia a pena esperar do lado de fora da minha casa, porque eu não sairia. “

Tradução: Amanda

Robert Pattinson é capa da revista Interview deste mês, e foi entrevistado por ninguém mais ninguém menos que o consagrado ator Willem Dafoe. Os dois estarão juntos em um novo projeto chamado “The Lighthouse”, que está programado para o ano que vem. Confira à seguir a entrevista traduzida pela nossa equipe, juntamente com as fotos do ensaio.


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Apesar de seus dias como um galã internacional de franquias terem ficado para trás, o carisma de Robert Pattinson permanece enlouquecedor e inelutável. Tendo se formado em sua educação suburbana em Londres, através do efeito cósmico do estrelato, a carreira de Pattinson se transformou em um mundo selvagem criado por ele mesmo. O ator de 32 anos assumiu papéis pesados em filmes pesados de diretores como David Cronenberg e James Gray, antes de se mascarar o cavanhaque para o filme de acelerado dos irmãos Safdie, Bom Comportamento. Qualquer dúvida sobre a sinceridade do desejo de Pattinson por projetos de baixo orçamento e alta ambição foi dissipada em seu último papel no primeiro filme em inglês de Claire Denis, High Life. O novo drama psicossexual da diretora francesa coloca Pattinson em uma prisão no espaço, onde os detentos têm seu semem recolhidos por uma encantadora, Juliette Binoche. (O personagem de Pattinson chama-a de “xamã do esperma”). No ano que vem, ele estrelará o filme de terror da A24, The Lighthouse, contracenando com Willem Dafoe, já é classificado como clássicos da arte e blockbusters do próximo verão.

ROBERT PATTINSON: Eu estava literalmente apavorado com essa entrevista, e acabei de fazer uma semana inteira só de entrevistas! Quando estive em San Sebastián, fiz uma com Juliette Binoche e lembro que pensei: “Eu nem sei se as pessoas estão interessadas no que estou falando.”

WILLEM DAFOE: Você parece tão encantador nas entrevistas que eu vi. É como uma performance?
PATTINSON: Eu definitivamente tenho uma certa ressalva com isso. Há um pequeno ser dentro de mim que pensa: “Apenas diga algo chocante. Você está aqui apenas por alguns minutos, diga algo terrível. ” Há uma “espécie de alegria” perversa que eu recebo nisso. Mas eu já ao meu publicitário sua cota de ataques cardíacos.

DAFOE: O que lhe dá confiança?
PATTINSON: Eu não acho que seja uma questão de confiança. Eu acho que a melhor maneira de lidar com a pressão é dizer a pior coisa que você pode dizer. Eu definitivamente não sou bom em realmente vender um filme. Eu vejo muitos atores que são ótimos nisso, mas eu pareço absolutamente incapaz de fazer isso. Eu me sinto tão envergonhada, porque eu nem sei se o público vai gostar do filme. Você pode falar sobre seu trabalho, mas se o público vê e é como “Bem, isso foi uma merda”, então não importa como você chegou lá.

DAFOE: Como foi o festival em San Sebastián?
PATTINSON: Acabei comendo um peixe que tinha um corpo incrivelmente pequeno e um crânio enorme. Na verdade, foi uma das refeições mais decepcionante que eu já tive.

DAFOE: Mas como foi a exibição do filme lá?
PATTINSON: Foi ótimo. Foi um pouco assustador depois da primeira exibição em Toronto. Eu não acho que o público estivesse realmente preparado para isso. Era um auditório enorme, e assim que eles entraram, eu pude ver todos sentados lá com pipoca, prontos para serem entretidos. E de repente eu pensei: “Ah, não, um trem está prestes a atingir essas pessoas em um segundo. Eles definitivamente não estão esperando um filme esotérico sobre a colheita demoníaca. ”

DAFOE: Você pensa no público quando faz um filme?
PATTINSON: Quando estou fazendo um filme, não penso em quem assistirá. Quer dizer, quero ajudar a levar as pessoas ao filme esse é realmente o único momento que penso nisso. Há uma parte de mim que gosta da arte de marketing. Eu sinto que muitos atores nem querem pensar nas perspectivas comerciais de um filme.

DAFOE: Eu penso.
PATTINSON: Meu pai era vendedor de carros e eu adorava ouvi-lo falar sobre técnicas de vendas. É uma performance de entender seu público e ver onde você pode liderá-lo. Vender algo é bem parecido com interpretar um personagem – mais ou menos.

DAFOE: Como você lida com o fato de que às vezes você está fazendo filmes que não são para todos? Há uma grande suposição de que, se um filme não é popular, não é bem-sucedido em ser um filme. Isso sempre me deixa louco.
PATTINSON: Mas se você faz algo que é incrivelmente pessoal, específico e diferente, então mesmo que seja apenas uma pessoa que sai do cinema tipo, “Eu realmente gostei desse filme”, e ele se conecta com o filme em um nível um pouco mais profundo. Significa muito mais do que outros dizendo: “Eu me diverti muito assistindo ao seu filme que agrada a todos”.

DAFOE: Eu concordo com você! É engraçado, porque quando você e eu filmamos The Lighthouse juntos, as condições eram tão complicadas que mal conversávamos fora das cenas.
PATTINSON: Eu dificilmente converso com alguém.

DAFOE: Eu devo admitir que você me intrigou muito tempo.
PATTINSON: Eu percebi, no período de ensaio, que você entendeu o roteiro muito mais do que eu, então eu não quis revelar isso.

DAFOE: Você claramente não estava no ensaio. Talvez fosse a natureza do papel, mas eu sempre senti que você queria entrar de cabeça e não de forma superficial, como se fosse mais real enfrentá-lo sem qualquer pré-conceito. Lembrei-me da velha citação de Dustin Hoffman e Laurence Olivier, “Go”.
PATTINSON: Minha ideia para The Lighthouse era, se eu não entender esse roteiro em um nível mental, tentarei entendê-lo em um nível físico. Mas devo dizer que nunca vi alguém com um nível de energia como você. Eu me lembro de ver você e pensar “como você está fazendo isso?”

DAFOE: Eu considero isso um elogio, mas devo dizer que sua abordagem foi feroz. Você era um guerreiro. Você se lembra de quando estávamos sendo borrifados com aquela água e doía muito? Esses tipos de experiência nunca nos deixam.
PATTINSON: É o mais perto que cheguei de dar um soco em um diretor. Por mais de eu amar Robert [Eggers], houve um momento em que fiz cinco caminhadas pela praia, e depois eu fiquei tipo “Que porra está acontecendo? Eu sinto como se você estivesse borrifando uma mangueira de incêndio no meu rosto. ”E ele estava tipo, “ Estou borrifando uma mangueira de incêndio no seu rosto. ”Era como uma espécie de tortura. Isso definitivamente cria uma energia interessante. [Risos] Só por curiosidade, você pensa de forma diferente sobre um papel quando decide fazer uma coisa menos comercial, em vez de quando está fazendo uma grande franquia? As abordagens são diferentes?

DAFOE: Eu realmente amadureci como ator nessa empresa, então me sinto melhor quando estou com pessoas que me animam. Eu gosto de filmes pessoais e elencos menores. Eu gosto de flexibilidade. Quando você está fazendo um filme maior, é uma mentalidade diferente. Com um filme maior, você tem que ser mais responsável, mais seguro. As pessoas que fazem o filme também têm essa pressão para serem responsáveis, e a responsabilidade pela arte é como a morte.
PATTINSON: Cada filme que fiz, senti uma necessidade compulsiva de dizer ao diretor no primeiro dia que não tinha ideia do que estava fazendo. E eu acho que em uma estrutura corporativa maior, as pessoas simplesmente não agem bem. Eu não acho que vou chegar a um ponto em que eu sinta, “Oh, eu sou um ator profissional com um conjunto de ferramentas prontas, e eu poderei contar a história usando qualquer coisa” quero dizer, eu literalmente vou fazer um filme especificamente porque acho que não posso fazer isso. E como ser jogado na água. Você só espera que você não se afogue. E então, se você não se afogar, descobre como nadar.

DAFOE: Olha, eu acho que você está indo muito bem, e eu gosto das escolhas que você está fazendo. Você teve essa grande fama com os filmes Twilight, uma fama que eu nunca conheci, e permitiu que isso ajude você a assumir os riscos que está assumindo agora é uma maneira muito inteligente de agir.
PATTINSON: Você definitivamente conheceu o mesmo nível de fama. Eu vi você andando por Halifax com pessoas te perseguindo no mercado orgânico.

DAFOE: Bem, essa é a minha turma

Fonte | Tradução: Amanda Gramazio

Mackenzie Foy concedeu recentemente uma entrevista ao IMDb para a divulgação de seu novo filme. Durante a entrevista, perguntaram à ela quem ela para a Disneylândia e forçaria a usar as orelhas do Mickey. Ela respondeu Robert Pattinson, ela disse que sabe que Rob faria isso com certeza, porque ele tem essa “personalidade feliz”.

Para ver a entrevista clique aqui. A parte em que ela fala de Rob é aproximadamente 1:28.

O Fim de semana foi cheio de compromissos para o nosso ídolo. Robert Pattinson esteve em Toronto onde participou do TIFF (Toronto Film Festival), um famoso festival de filmes que acontece na cidade há muitos anos para divulgar seu novo filme, High Life.

No dia 8 à noite, Robert participou de um jantar da Instyle, e no dia seguinte foi visto saindo de um restaurante na cidade.


SHOWS E FESTAS > 2018 > (08/09) CELEBRAÇÃO DO HFPA E INSTYLE’S TIFF 2018 EM TORONTO
APARIÇÕES > 2018 > (09/09) EM TORONTO

No dia 9, começou a maratona de divulgação do filme, e logo pela manhã Rob participou de entrevistas com vários meios de comunicação.


ENTREVISTAS TV/RÁDIO > 2018 > (09/09) PRESS JUNKET DE HIGH LIFE NO TIFF 2018
ENTREVISTAS TV/RÁDIO > 2018 > (09/09) NOS ESTÚDIOS DA VARIETY NO TIFF 2018

E posou para fotos com elenco e produção do longa.

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PHOTOSHOOTS > 2018 > L.A. TIMES NO TORONTO INTERNATIONAL FILM FESTIVAL
PHOTOSHOOTS > 2018 > VANITY FAIR PORTRAIT NO TIFF 2018
PHOTOSHOOTS > 2018 > THE HOLLYWOOD REPORTER PORTRAIT NO TIFF 2018

E por fim o filme teve sua estreia oficial no Festival, onde Rob passou pelo tapete vermelho.


PREMIERES > 2018 > HIGH LIFE NO TIFF > RED CARPET (OFICIAIS)
PREMIERES > 2018 > HIGH LIFE NO TIFF > RED CARPET (FÃS)

Na noite do dia 20, foi ao ar a participação de Robert Pattinson no programa Late Night com Jimmy Fallon para promover Damsel, seu novo filme dirigido pelos irmãos Zellner. Pattinson conversa com Jimmy sobre seu amor pelo Radio City Christmas Spectacular e eles trocam histórias sobre tentar não quebrar o personagem no set, ainda conversaram sobre o filme, sobre Robert usar um dente de ouro e até sobre corte de cabelo parecido, confira à seguir:


ENTREVISTAS TV/RÁDIO > 2018 > (20/06) NO LATE NIGHT COM JIMMY FALLON